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Sunday, 10 March 2013

das delícias pós-stress



depois de vários e vários dias de provas trabalhos seminários entregas ai meu deus não vai dar tempo tudo engarrafado preciso chegar às 7h socorro que ônibus lotado e tudo mais, finalmente.......... respirar! ainda me falta uma última prova (e diga-se de passagem, a pior do período inteiro), mas: o alívio já se instalou bonitinho e não há nada que se possa fazer. verdade seja dita, estou me sentindo de férias sem estar, e isso eu já não sei se é terrível ou muito bom.

seja como for, nessas semanas em que o estudo governou as minhas 24 horas diárias, resolvi adotar um método como motivação: baixei um filme por dia. um filme por cada dia que eu não podia fazer nada além de decorar declinações de latim e tentar entender mattoso. e o resultado foi: 11 filmes me esperando para serem vistos.

- a arte de amar
- ele não está tão a fim de você
- 120 dias de Sodoma
- amadeus
- maridos e esposas
- as sessões
- e viveram felizes para sempre
- tabu
- calígula
- tempos de lobo
- me excita, porra!

isso sem falar em alguns episódios de revenge (pra eu me atualizar) e o pilot de girls, que todo mundo anda falando tanto e eu resolvi baixar pra conhecer. esse último filme da lista eu já vi ontem e coloquei minhas impressões aqui: cinespasmo.blogspot.com (que é também onde eu devo colocar as resenhas de todos os outros que assistir - ou, ao menos, os que eu sentir que tenho algo a dizer sobre).

enquanto isso, na minha querida praia deserta de todo sábado:





















































































uma homenagem à poesia que vem e que vai... e se reescreve a cada ida.
e não se permite governar.


[graças a deus]



Thursday, 21 February 2013

o amor e outros desastres



pois é, vez em quando acontece. a gente dá o que os outros não sabem como receber. a gente entrega (e se entrega) e o outro ali, com braço frágil demais pra carregar. às vezes o tudo-que-se-precisa-dizer fica preso na tentativa e a gente termina assim, sem palavra nenhuma nas mãos. com o silêncio ali entorpecendo todos os meus últimos meses, o que eu penso é: "eu inventei você". e quantos mais? a palavra que você me dá em pensamento não é sua, é minha. 

então que é isso mesmo, você me cai do pedestal, você me mostra sua nudez terrivelmente frustrante (ou pior: você coloca nela o pior dos figurinos só mesmo pra que não me sobre nenhuma brecha possível), e eu te olho, enxergando pela primeira vez um homem qualquer de meia idade, gestos confusos, sorriso agradável, mas nada que vá muito além. eu me desperdiço inteira e, no fim das contas, percebo mesmo que não foi nada. outras e outras vezes, vou me preparar pra alguém e algumas muitas vezes vou ser mesmo desperdiçada, faz parte. enquanto isso: cervejas, iscas de frango, cachaça e batata frita. vou continuar (r)indo, apesar de. me recuso a pedir desculpas pelo peito aberto.